12.11.11

Eu odeio-te. Odeio-te porque tu me ignoras quando eu menos o quero, odeio-te por continuares a ignorar-me quando insisto, odeio-te por brincares às escondidas, e andares nesse tu-cá-tu-lá, em que foges e voltas quando estou mesmo à beira de desistir de ti. Odeio, juro que não suporto a tua indiferença, detesto lutar por ti quando sei que nunca o farias por mim se fosse preciso. Tu não precisas de mim, já outras pessoas te ajudam. E quando eu te tento ajudar, nem a isso dás valor. De que vale deixar o meu orgulho mais baixo que o chão se nem tu o reconheces? Se calhar pensas que eu vou estar aqui para sempre. E eu ficava, tu sabes que sim. Mas não assim. Tu vives melhor sem mim, admite lá. Deixa de fingir que significo alguma coisa para ti, admite de uma vez por todas que eu não sou nada para ti, NADA! É que no meio de tantos ódios, tu sabes que te amo mesmo assim.

2 comentários:

beatrizpereira disse...

escreves tão bem *

Andreia Morais disse...

Mesmo sabendo disso tudo não somos capazes de mudar o que sentimos :/ se bem que, às vezes, dava jeito